Título: Doce Vingança
Autora: Nora Roberts
Editora: Bertrand Brasil
Número de páginas: 476
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Sinopse: "Em Doce Vingança, vamos conhecer a história de Adrianne, linda e elegante princesa, que esconde um terrível segredo de família. Quando criança, foi testemunha da crueldade com que seu pai tratava a esposa, sua mãe - uma lendária estrela de cinema. Ao tornar-se adulta, Adrianne alimenta um forte desejo de vingança contra aquele que destruiu sua infância e a felicidade de sua mãe. Para realizar seu intento, Adrianne concebe um plano que envolve um fabuloso colar, conhecido como O Sol e a Lua, de valor inestimável e que pertence a seu pai. Mas o surgimento de Philip Chamberlain em sua vida, com sua inteligência, encanto e enigmático carisma, que tem motivos pessoais para se aproximar da Princesa Adrianne, poderá desvia-la de seu objetivo, e somente tarde demais ela perceberá o perigo oculto ao descobrir que tem pela frente dois homens de força excepcional - um com a capacidade de tirar a sua liberdade, outro com o poder de tirar a sua vida. Com Doce vingança, Nora Roberts cria uma história apaixonante e irresistível, que é impossível parar de ler, muito menos esquecer."
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Nora Roberts pegou a essência de "Júlia-Bianca-Sabrina", deu uma sacudida, usou um mega dicionário de sinônimos, aumentou o número de páginas, aliou tudo isso ao suspense de uma história de dor, traição, vingança e superação, e bum, escreveu um romance. Eu gosto dos livros da Sra. Roberts. Acho que ela tem um grande talento para escrever personagens "cheios", que ganham a nossa simpatia e nossa torcida durante a narrativa. Como não torcer para Adrianne, a princesa que teve uma vida sofrida no Oriente, que viu a mãe se tornar apenas uma sombra do que era, esmagada pela tirania do pai? E Philip, o garoto pobre que se torna um ladrão de elite para proporcionar a ele próprio, mas principalmente à sua mãe, o que eles nunca puderam ter? Apaixonantes, os dois. Pra mim uma das grandes sacadas do livro é a simbologia por trás do colar O Sol e A Lua. Só o nome já é fantástico, e colocá-lo como representação da própria Adrianne e de seu pai (pelo menos eu o percebi assim) foi uma ótima jogada. Gosto muito de Nora Roberts, mas acho que ela simplesmente teve mais sucesso e mais mídia dos que as demais autoras de séries como "Júlia" e afins.